Canon deixa dicas para os cineastas tirarem partido das suas visões criativas

Nem sempre é fácil trazer à vida as visões criativas, sobretudo para os cineastas que trabalham em projetos com uma única câmara. A pensar neles, a Canon pediu ao fotógrafo, realizador e escritor Jolade Olusanya para partilhar algumas dicas de como melhor tirar partido das suas ideias originais.

1. Abraçar a experimentação

Em primeiro lugar, é necessário experimentar com diferentes estilos para descobrir o que funciona para cada um, e questionar-se bastante para descobrir como deverá ser o resultado final de um filme Por exemplo, pretende algo com um acabamento natural ou irá depender bastante da pós-produção? Que emoções quer provocar? Pretende que a sua audiência esteja ligada ou distante do tema? É importante fazer colocar estas perguntas durante a fase inicial de preparação do roteiro.

“Quando se trata de definir uma abordagem criativa, recomendo que siga criadores que o inspirem. Perceba o que sente quando está a ver os trabalhos deles e tente refletir e transmitir isso no seu próprio trabalho. Vai perceber rapidamente o que funciona ou não para si! Tentar igualar alguns dos meus criativos favoritos é aquilo que me ajuda a definir o meu estilo de filmagem, que eu gosto de definir como criar filmes que são tão naturais quanto possível ao olho humano,” explica Olusanya.

Quando tiver uma boa ideia de para onde levar uma produção em termos criativos, a próxima grande decisão é a escolha do equipamento – e esta é vital para a execução do estilo criativo a adotar.

2. A consistência é o segredo

Para envolver os espectadores numa visão, a forma de contar a história durante o filme deve ser consistente.

“Pessoalmente sou um cineasta muito interativo, gosto de me deslocar bastante quando estou a filmar. Manter esta consistência pode ser desafiante quando quero mudar de ângulos ou objetivas sem interromper totalmente a cadência,” exemplifica o criador. Para manter a filmagem tão suave quanto possível, recomenda-se a utilização de uma câmara mais pequena, que permita ser ágil e versátil, como por exemplo a EOS C70 – a mais recente adição da Canon à sua gama de cinema. Leve e pequena, permite a liberdade de movimentos sem necessidade de um tripé – o que possibilita um estilo de filmagem discreto. Como possui um encaixe RF, pode ser utilizada com toda a linha de objetivas RF, o que faz toda a diferença para gravar em diferentes estilos com a máxima qualidade.

3. Um kit de equipamento só de essenciais (as suas costas vão agradecer)

Filmar sozinho pode ser esgotante, ao ter de carregar equipamento de filmagem pesado, pelo que vai querer uma câmara leve e pequena e que possa ser facilmente arrumada. Também vai querer uma capacidade de bateria excelente – uma vez que cada bateria descarregada é um peso desnecessário – e mais, se tiver uma câmara que não precisa de tripé, este é menos uma coisa para carregar.

“Como a EOS C70 preenche todos estes requisitos, é minha nova escolha para filmar sozinho,” afirma Jolade Olusanya. “As objetivas RF também se encaixam bem na minha mochila – uma vitória em todos os sentidos!”

Se o equipamento não o limitar, poderá focar-se verdadeiramente no projeto em mãos e quebrar as suas barreiras criativas. Escolher o equipamento errado poderia levar a um dia stressante e cansativo – enquanto a escolha certa nos liberta para o pensamento criativo e experimentação com as filmagens.

4. Agir naturalmente

Quando trabalha com pessoas que não conhece pode ser difícil conseguir que elas ajam de forma natural perante a câmara, sobretudo se ao mesmo tempo estiver a transportar equipamento grande e volumoso e não puder contar com uma equipa para o apoiar.

“Para criar algo que seja fidedigno à sua visão, tente conhecer os seus protagonistas antes, para os ajudar a sentir-se confortáveis e à vontade consigo. Utilizar equipamento pequeno e menos imponente é também fundamental para diminuir a ansiedade dos atores – e tem feito maravilhas ao meu estilo “fly on the wall”,” partilha Olusanya.

5. Tirar partido das habilidades para dar voz a outrem

“A base de um excelente conteúdo de vídeo é uma grande história. Considero-me um storyteller e sinto-me privilegiado por poder dar voz a quem filmo através dos trabalhos que produzo,” comenta o profissional.

Escolher com sensatez as histórias que se querem partilhar com o universo é um importante passo para todos os cineastas. Partilhar os conteúdos nas redes sociais também pode ser uma boa ideia, pois elas permitem aprender muito sobre diferentes culturas e interesses. É também evidente que o storytelling está a crescer nas redes sociais – e outra capacidade útil da Canon EOS C70 é o modo de gravação vertical, um grande benefício para quem filma e partilha diretamente neste tipo de plataformas.

6. Local, local, local

O vídeo torna o mundo mais acessível. Pode transportar-nos para lugares onde nunca estivemos e introduzir-nos a culturas em que nunca vivemos. Mas isso não significa que precisemos de voar para o outro lado do mundo: há locais interessantes em toda a parte e, nos tempos atuais, é mais importante do que nunca utilizarmos a nossa criatividade para mostrar a beleza do que está mesmo à nossa porta.

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