Call of Duty: Modern Warfare 3: Criticas e mais criticas em cima da Saga

A saga Call of Duty, da Activision, é uma das mais populares no mundo dos videojogos, com lançamentos anuais que acumulam um grande número de jogadores e receitas. No entanto, o mais recente título da série, Call of Duty: Modern Warfare 3, está a receber críticas de todos os lados, tornando-se o jogo mais mal avaliado da história da saga.

A crítica não se limita apenas à campanha do jogo, mas também às condições do seu desenvolvimento. Contra todas as expectativas, este novo Modern Warfare 3 é possivelmente um dos piores jogos do ano e uma das entregas que pior recepção teve na história da saga, especialmente quando comparado com os lançamentos dos últimos Modern Warfare.

Se visitarmos a página de Modern Warfare 3 no Metacritic, veremos que o título não apresenta boas pontuações. Na sua versão para PS5, a nota média é de 56 pontos em 100, com base em 44 críticas recolhidas pela plataforma. As versões para PC e Xbox Series X|S também apresentam pontuações muito baixas. A nota média nas consolas Xbox é de 64 pontos, com apenas 8 críticas de meios profissionais no Metacritic. A versão para PC tem uma nota pior que a de PS5, com 53 pontos, baseada em 14 críticas.

Esta situação é bastante complicada para o novo Call of Duty, que foi lançado a 10 de novembro. É o jogo mais mal avaliado no Metacritic de toda a história da saga, e com uma grande diferença. Antes da chegada deste Modern Warfare 3, nenhum título da série tinha recebido uma nota média tão baixa no Metacritic. O pior valorado até agora era a versão para PC de Call of Duty: Ghost, que alcançou os 68 pontos quando foi lançado em 2013.

Apesar destes percalços, a realidade é que Call of Duty sempre teve pontuações de boas a muito boas, superando os 90 pontos ou contando com notáveis. No entanto, não faz muito tempo que um título da franquia recebeu uma pontuação mais baixa do que o habitual, como foi o caso de Call of Duty: Vanguard, que recebeu uma média de 73.

Este Modern Warfare 3 parece ter chegado com a intenção de bater recordes, mas não no bom sentido. Tudo isto se mistura com as críticas lançadas à sua campanha e com o rumor que circula há algum tempo, que sugere que esta nova entrega deveria ter sido um DLC para Modern Warfare 2, lançado em 2022.

Na minha opinião, a Activision precisa de refletir sobre o que correu mal e aprender com os erros para garantir que os futuros títulos da saga voltem a corresponder às expectativas dos fãs. Afinal, ninguém quer ver uma franquia tão adorada cair em desgraça.

Fonte: metacritic

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