Boeing com problemas no 737

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Durante décadas o gigante americano da aviação era tão famoso que foi inspiração à utilização da frase: se não é Boeing eu não vou (if it is not Boeing I am not going) tanto por funcionários como por passageiros.

Hoje em dia com os problemas do 737 Max que a empresa enfrenta, a realidade é outra.

A empresa decidiu parar de fabricar o avião mas os problemas não acabaram. Começaram a surgir fugas internas onde se encontra exposto situações em que demonstra a empresa a menosprezar a segurança para conseguir poupar dinheiro aquando a construção de peças.

Com o intuito de resolver esta crise em que a empresa se encontra, a Boeing arranjou um lider novo, David Calhoun iniciou as suas funções como CEO esta semana. David Calhoun vem substituir Dennis Muilenburg e as expectativas são que ele consiga resolver os problemas criados pelo 737 Max.

Segundo o que o novo CEO divulgou aos empregos, a prioridade é mesmo resolver o problema, o que inclui compreender toda a situação dos reguladores e garantir que eles completamente satisfeitos com o modo como o avião trabalha.

Hoje em dia os problemas do 737 são apenas o inicio. Também existem problemas com o B-17 e o 747 jumbo jet. Por exemplo, no mês passado a cápsula do starliner não atingiu a sua meta num teste voo que foi realizado.

De facto houve um acidente com um Boeing 737 no Irão, mas não foi o Boeing 737 Max.

A empresa Boeing teve um ano cheio de peripécias, incluindo a decisão da Força Aérea de suspender as entregas dos novos KC-46 depois de ter sido descoberto restos de materiais de construção que tinham sido deixados a bordo.

Voltando ao problema do Boeing 737 Max, ainda não existe uma previsão de quando o avião voltará a estar operacional ou se voltará a estar operacional. Mas o novo CEO da Boeing afirma que quer dar um novo começo aos clientes. Falta saber quando vai acontecer.

Fonte: USA Today

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