Atlas. Ataque a website de criptomoedas brasileiro comprometeu a informação de 264 mil utilizadores

O site de câmbios de criptocurrência brasileiro Atlas sofreu um ataque de hacking e a informação de cerca de 264 mil utilizadores ficou comprometida. Os números de telemóvel e a quantidade de criptocurrência que cada utilizador tem depositada na plataforma é informação agora pública devido a este ataque.

De acordo com a Investimentos Digitais, a quantidade de dinheiro depositada na Atlas é de cerca de 5.813 bitcoins, o que corresponde a cerca de 33 milhões de euros. Aproveite para descobrir quanto poderia ganhar com o 1XBet código promocional, já que estamos falando em tanto dinheiro.

A empresa já reconheceu a veracidade do ataque

A Atlas, entretanto, já reconheceu que foi vítima de um ataque. Apesar da informação comprometida, os fundos continuam intactos e nenhum dos utilizadores perdeu dinheiro durante o ciberataque.

“Nós tivemos consciência na noite de sábado que tinha acontecido um incidente que envolveu o vazamento de informação dos nossos clientes. Nós estamos a conduzir uma investigação com o nosso conselheiro de informação e segurança para perceber o incidente em mais detalhe e iremos cooperar com as autoridades apropriadas,” pode-se ler no comunicado oficial da Atlas.

Medida de seguranças adicionais

Em resposta ao ciberataque, o Atlas referiu que tomou as medidas necessárias para garntir a privacidade das chaves de segurança e das contas bancárias. A empresa garante que está a implementar todas as medidas para proteger os seus utilizadores de roubo ou fraude.

Como qualquer entusiasta das criptocurrências por esta altura já sabe, a segurança deste mundo não é o maior. Todos os mais recentes roubos electrónicos são disso mesmo prova, com destaque para o roubo do início deste ano no Japão à Coincheck.

Porém, segundo a firma de segurança Group-IB, a maioria dos ataques a carteiras de criptocurrência fazem-se em ataques individuais. Estes ataques muitas vezes são um sucesso devido a falhas de segurança extremamente básicas como, por exemplo, a utilização de passwords demasiado simples e fáceis de hackear.

Fonte: CryptoGlobe

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