Apple afirma ao Congresso não ter encontrado qualquer sinal de “ataque cibernético”

As reacções ao possível ataque de hacking por parte de grupos ligados ao governo chinês continuam a aparecer. Desta vez, foi o chefe de segurança da Apple a declarar perante o Congresso americano que não encontrou sinais de penetração de um ataque sofisticado na cadeia da Apple.

O vice-presidente para a segurança de informação, George Stathakopoulos, escreveu numa letra para as comissões de comércio que a sua equipa fez investigações de fundo na sequência da reportagem da Bloomberg, mas que não encontrou evidências de um ataque.

A reportagem da Bloomberg continua a dar que falar

A Bloomberg, na quarta-feira, revelou uma reportagem bombástica onde afirma que chips computacionais vendidos pela Super Micro Computer poderão abrir portas de transmissão de informação sensivel para a China. Diversas empresas ocidentais, e também instâncias governamentais, poderiam estar infectados com esta ataque muito sofisticado.

Até agora, as principais reacções tem sido de negação deste ataque. Agora, foi a vez da Apple.

“As ferramentas de segurança da Apple estão continuamente a rastrear precisamente este tipo de tráfico outbound, que é indicador da existência de malware ou outro tipo de actividade maliciosa. Não foi nada encontrado,” escreveu o chefe de segurança da Apple ao Congresso dos Estados Unidos da América.

Afirmou que não encontrou chips maliciosos ou outras vulnerabilidades colocadas nos servidores por terceiros, e referiu também que o FBI não entrou em contacto com a Apple sobre esta matéria. Mostrou-se disponivel para depor em pessoa perante o Congresso se tal fosse necessário.

A Agência Britânica de Ciber Segurança também nega o ataque

A inteligência do Reino Unido já fez declarações oficiais no mesmo sentido destas declarações da Apple. Segundo as fontes oficiais de Inglaterra, não existe neste momento nenhum motivo para duvidar das declarações da Apple e da Amazon de que os seus servidores e dispositivo se encontram seguros e que não foram abertas vulnerabilidades num possível ataque por parte da China.

Fonte: Reuters

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