Aplicação no telemóvel pode substituir professor?

Red Magic 3S

Hoje em dia existem aplicações para tudo o que se possa imaginar, desde contar os passos a ajudar a fazer o menu da semana. Foram criadas também aplicações para aprendermos línguas estrangeiras. Uns poderão ver estas aplicações como um suporte ao ensino efectuado em contexto de sala de aula e outros poderão servir para reavivar línguas antigas mais esquecidas ou até mesmo as línguas fictícias usadas em filmes, como o Avatar.

Mas também há quem use estas aplicações para aprenderem línguas como o inglês ou francês de uma maneira autónoma organizando os horários de estudo consoante o tempo disponível.

De entre as escolhas possíveis, as aplicações oferecem-nos jogos, quizzes, programas com tutores e até vídeos. O que não oferece é o ambiente de sala de aula nem explicações extra de gramática caso a matéria não seja entendida à primeira. Será melhor aliar as aplicações ao ensino na sala de aula ou deverão ser separados?

Uma professora do Alabama, USA, Amy Jo Price usa aplicações de línguas na sua rotina diária. De momento usa duas aplicações para aprender línguas que a levam a honrar os seu passado na Escócia. Amy afirma que de manhã enquanto toma o pequeno almoço faz o log in nas aplicações. Amy aproveitou também para, através do facebook, entrar em contacto com outras pessoas que estão a aprender línguas e assim praticar.

Outra utilizadora de aplicações de linguas diz que por vezes pode ser complicado por vezes pois as estruturas gramaticais tornam-se complicadas de entender com pouca explicação.

De entre todas as línguas disponíveis para aprender através de apps, o japonês tornou-se mais popular que o italiano. Na Inglaterra a língua mais popular é o espanhol, tanto online como offline.

O tempo de uso das aplicações varia consoante a motivação do usuário. Quem usa as apps para melhorar no trabalho ou com um objectivo pessoal como ir de férias utiliza mais assiduamente as aplicações. Estima-se que, por sessão, os utilizadores estão online uma média de 52 minutos.

Resta saber se os resultados são melhores com ensino online e offline em conjunto ou separado.

Fonte: BBC

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