Analistas temem crise no mercado dos tablets

Red Magic 6S

A febre dos tablets está cada vez mais na moda, quer na compra, quer no desenvolvimento, quer na produção. Mas tudo isto pode levar a uma crise neste mercado.

Ainda ontem, a Olivetti, um gigante adormecido, anunciou o lançamento do seu primeiro tablet.

Na noticia tive oportunidade de referir a autêntica febre que se vive neste mercado. Na verdade, a adesão a este gadjet surpreendeu até as expectativas das marcas. Provavelmente por não trazerem nada de novo, a nível de componentes, por serem desenhados com peças já existentes (e cada vez mais a baixo custo), e por haver um software livre – Android. O custo de produção é baixo e as marcas não resistem à tentação de aproveitar a sua cota no mercado.

No entanto, lá diz o ditado – “Não há fome que não dê fartura.” E o fenómeno fez as produções dispararem para números astronómicos. Só a empresa JP Morgan tem planeado para 2011 uma produção de 81 milhões de tablets. Os analistas calculam que no máximo só 47,9 milhões poderão ser absorvidos no mercado.

No final das contas, pode vir a ganhar o consumidor, com a concorrência e a tentativa desesperada de esvaziar prateleiras, o que leva a uma, e inevitável, descida nos preços. No entanto, será necessário ver o tipo de investimento que cada empresa dispôs para esta produção, e se redução nas vendas não terá um impacto directo nos seus resultados financeiros.

Quer saber outras novidades? Veja em baixo as nossas Sugestões

Quer saber outras novidades? Veja em baixo as nossas Sugestões

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here