Análise do Crash Bandicoot 4: It’s About Time — um retorno impressionante da trilogia principal

Crash Bandicoot 4: It’s About Time é o mais recente jogo de uma das franquias mais icónicas e adoradas de todos os tempos, que apareceu pela primeira vez em 1996, na PlayStation 1, através da Naughty Dog, um dos melhores estúdios da Sony Interactive Entertainment que, na altura, era um dos mais pequenos estúdios e o qual ninguém pensava que um dia iria ter o tamanho e a reputação que tem hoje.

Agora, desenvolvido pela Toys for Bob e publicado pela Activision, estas trazem mais um jogo da adorada trilogia, alguns bons anos após o último, 22, entregando assim aos jogadores o quarto título que dá continuação à história do nosso adorado Crash Bandicoot. Por isto, este novo título não é um spin-off como muitos outros, também muito adorados e aclamados, mas sim um título da trilogia principal, The N. Sane Trilogy, algo que, vimos pela última vez em 1998 com o jogo Crash Bandicoot 3: Warped.

O novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time promete ser um dos melhores títulos de toda a trilogia e, pelo que já foi visto antes do seu lançamento, não parece que vá desiludir os jogadores e fãs da franquia, e falo por experiência própria, porque já o joguei na minha PlayStation 4. O nosso adorado Crash Bandicoot continua o mesmo brincalhão e trapalhão de sempre que, mais uma vez, irá salvar o mundo dos vilões mais icónicos de toda a franquia com a ajuda de velhos conhecidos e de novos amigos.

Narrativa — uma excelente continuação da trilogia principal

Para a narrativa de Crash Bandicoot 4: It’s About Time, a Toys for Bob quis respeitar todo o legado e passado da franquia e da trilogia principal de Crash Bandicoot, ao mesmo tempo que entregar aos fãs um incrível e maravilhoso jogo que seja digno e do calibre da franquia e que ao mesmo tempo que continue a historia do adorado Crash.

O Crash Bandicoot 4: It’s About Time começa com a introdução de trêS vilões do título, muito icónicos, os Dr. N. Tropy, Uka Uka e Neo Cortex, que estão a tentar fugir de uma prisão entre dimensões, onde ficaram presos no fim dos eventos de Crash Bandicoot 3: Warped. Através da ajuda do Uka Uka, uma máscara malvada, que consegue abrir um portal entre dimensões para os vilões fugirem.

Ao abrir esse portal, várias portas entre dimensões são abertas, algo que irá acabar com o equilíbrio do universo, cabendo agora ao Crash e aos seus velhos e novos amigos, que iremos falar sobre no tópico a seguir, restaurar o equilíbrio e deter os Dr. N. Tropy e Neo Cortex.

Isto é apenas uma descrição geral da narrativa, de maneira a não dar quaisquer spoilers, mas toda esta é muito complexa e bem contada, introduzindo e contando a história de cada personagem jogável e não jogável, de maneira a que os jogadores ganhem mais afeto pelas quais vão vendo ao longo de todo o jogo, ao mesmo tempo que revela as perspetivas de todas e de que maneira isso vai influenciar toda a história, de maneira a que todos estejam a par de tudo.

Deste modo, esta narrativa revela ser uma excelente história, que certamente todos os fãs e jogadores da velha, aclamada e adorada franquia irão adorar, sendo por isto que dou a esta incrível narrativa 10/10 valores, sendo por isso que esta é uma excelente continuação da trilogia principal.

Personagens — as incríveis e icónicas de sempre

Com o retorno de uma das franquias mais aclamadas e adoradas de sempre voltam também muitas das personagens também muito adoradas, as quais todos os fãs e jogadores da franquia sentem um grande afeto e têm um grande carinho, algo que a excelente narrativa deste jogo vai fazer os novos jogadores sentirem.

Tal como aconteceu com a narrativa, a Toys for Bob respeitou também as origens, aspeto, histórias de outros jogos da franquia e ainda as próprias vozes de todas as personagens presentes neste título, não as tendo mudado praticamente nada, de maneira a que continuem a ser as incríveis e mesmas de sempre.

O protagonista deste novo título e a personagem que deu e é o próprio nome da franquia é o famoso e adorado Crash Bandicoot, que pouco ou nada mudou neste jogo e na franquia toda. Crash continua a ser o mesmo brincalhão e trapalhão de sempre que, mesmo assim, consegue sempre salvar o dia e aqueles que mais gosta. A voz desta incrível personagem é dada pelo famoso ator Scott Whyte, que adorou todo o projeto e a icónica personagem.

Crash está sempre acompanhado pela sua fiel máscara, o Aku Aku, que acompanha o Crash desde o inicio da grande franquia. Esta também não está muito diferente daquilo que nos lembrava-mos e, vai ajudar e guiar Crash durante toda a aventura, como sempre fez, de maneira a que o nosso herói consiga salvar o mundo de quem o ameaça. Aku Aku tem neste jogo a voz do ator Greg Eagles, que está ansioso para voltar a dar vida à mesma, num futuro jogo.

Outra adorada personagem que não podia faltar neste jogo é a famosa Coco Bandicoot, a irmã de Crash, que apareceu pela primeira vez em 1997, no jogo Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back. Esta irá acompanhar Crash durante a sua nova aventura e, ela pode até mesmo substituir o mesmo a qualquer momento, podendo os jogadores inverter os papeis e jogar com Coco toda a narrativa em vez de Crash.

Se a irmã de Crash está presente neste título, então também não pode faltar a sua namorada. Twana Bandicoot também irá ter um papel importante na narrativa, sendo também uma personagem jogável. Esta apareceu pela primeira em 1998 e, desde então, passou a ser uma adorada e aclamada personagem da franquia que é também o par perfeito para Crash.

Agora falando acerca dos vilões, o primeiro deles é o famoso e conhecido Dr. Neo Cortex, que mais uma vez quer acabar com a existência do nosso querido Crash, tendo ajuda desta vez. A personagem amarela com um grande “N” na testa está de volta e, desde o inicio da franquia que tenta sempre acabar com a existência de Crash, mas sem sucesso. Uma novidade acerca deste amado vilão é que este será uma das personagens jogáveis do título.

Depois de ter feito a sua primeira aparição no último título da trilogia principal, Crash Bandicoot 3: Warped, em 1998, o Dr. N. Tropy está de volta para dominar o universo e acabar com o Crash, juntamente com o Dr. Neo Cortex. O vilão quer a sua vingança e concluir o plano pretendido que tinha no último título da trilogia e, com a ajuda de outros vilões, não vai perder tempo para executar os seus planos.

Outro vilão que está de volta é o famoso Uka Uka, que está preso juntamente com os Dr. Neo Cortex e Dr. N. Tropy e que está a tentar tirá-los da prisão entre dimensões onde se encontram, através da abertura de um portal, que irá criar o desequilibri-o no universo. Ao abrir esse portal, o Uka Uka morre e o seu corpo fica ao abandono na prisão. Apesar disto, será este o fim de Uka Uka ou voltaremos a vê-lo?

Outro grande vilão que está presente no novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time é o Dingodile, que apareceu na trilogia em 1998, no jogo Crash Bandicoot 3: Warped. No novo título, o nosso crocodilo reformou-se dos seus tempos de super-vilão, não o sendo mais, algo que toda a gente que jogou o Crash Bandicoot 3 sabe. Ele é agora dono de um restaurante que, infelizmente vai ser destruído e, algo que ninguém esperava, terão de ser os jogadores a apagar o fogo e a perseguir quem o provocou, na pele do crocodilo. É verdade, o Dingodile é uma das personagens jogáveis do novo Crash Bandicoot 4.

Voltando a falar acerca de máscaras, vamos agora ver as novas máscaras quânticas que fazem parte do novo jogo. Estas, serão recolhidas ao longo da narrativa pelos jogadores e darão a Crash habilidades especiais, para o ajudarem a salvar o universo e a deter os vilões.

A primeira máscara a ser encontrada no título é a Lani-Loli  e, esta dá a Crash a habilidade de entrar e sair da existência de objetos, incluindo caixas. Apropriadamente, esta é uma personagem muito nervosa, mas parece festar bastante bem familiarizado com a nossa adorada máscara Aku Aku.

A terceira máscara, mais à frente explico a razão de não mencionar a segunda, que Crash descobre é a Kupuna-Wa. Esta é a máscara quântica que tem a habilidade de controlar o fluxo do tempo, permitindo que Crash diminua o tempo para superar obstáculos normalmente intransponíveis. Apropriadamente, Kupuna é uma personagem bastante idosa, tipo uma avó, com uma disposição atrevida.

Por fim, a quarta e última máscara a ser descoberta por Crash é a Ika-Ika, que é uma máscara quântica com poderes sobre a gravidade, com a capacidade de virar a gravidade de Crash para cima em vez de para baixo. Apropriadamente, esta máscara tem duas faces e, portanto, duas personalidades, uma sombria e outra pronta para entrar em ação.

Ainda existe mais uma máscara, a segunda a ser encontrada por Crash, e mais personagens, novas e já existentes, mas, como estas não foram introduzidas pela Activision em quaisquer trailers ou gameplays do jogo divulgados pela empresa antes do lançamento do título, não iremos falar delas nesta análise de maneira a não dar quaisquer spoilers aos jogadores e fãs da trilogia e da franquia que há muito tempo, 22 anos, esperam ansiosamente por este jogo.

Apesar disto, posso garantir que todas as personagens, novas e já existentes, estão muito bem feitas, daí a dar mais uma vez 10/10 ás personagens deste título e daí dizer que estas são as incríveis e icónicas de sempre.

Ambientação — muito trabalhada e detalhada

Outro aspeto muito importante de que vamos falar aqui é a ambientação. Por outras palavras, vamos discutir se os vários cenários do novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time são bons, têm uma boa qualidade, são trabalhados, detalhados e se têm uma boa dinâmica, no que toca aos níveis e á maneira como cada um se desenvolve á medida que o jogador avança nele.

Ao longo dos vários anos da incrível franquia de Crash Bandicoot temos visto milhares de cenários, uns melhores que outros, mas todos muito bem adequados a cada título e muito bem feitos para cada um que os jogadores tinham de passar, na pele de Crash ou de qualquer outra personagem jogável, algo que deu grande prestígio a esta maravilhosa e adorada franquia.

Em relação ao novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time, eu fiquei simplesmente de boca aberta quando vi os maravilhosos, incríveis, muito detalhados e trabalhados cenários, o que se esperava para um jogo lançado no fim da geração atual, que me impressionaram bastante e tornaram toda a experiência deste jogo muito melhor do que já é.

A maneira como cada nível se vai desenrolando à medida que se avança no mesmo, a forma como temos de usar várias habilidades e ainda inimigos para atravessar certas partes de cada nível fazem desta ambientação uma das melhores que eu já vi num jogo do Crash Bandicoot.

Os cenários que vemos no background de cada nível são muito detalhados e trabalhados, o que revela o enorme trabalho e dedicação da Toys for Bob neste título, e para além disto, os cenários vão também mudando e comportando-se de maneira diferente, consoante a parte do nível onde cada jogador se encontra, algo que confere uma grande diversidade a toda a ambientação do título, dando-lhe um caracter mais apelativo aos jogadores.

Outra grande novidade no que toca à ambientação e aos cenários foi a adição de uma nova forma de os ver com o novo modo invertido. Através deste, os jogadores podem passar cada nível do título de maneira diferente, seja a colorir um nível todo branco cada vez que o Crash rodopia, a ver o nível com outras cores ou efeitos ou a ver um nível como se este estivesse a jogar jogado numa televisão antiga.

Este novo modo invertido é uma excelente adição ao Crash Bandicoot 4: It’s About Time, possibilitando novas experiências ao passar o mesmo nível várias vezes e, até mesmo o jogo, algo que revela o enorme trabalho e dedicação da Toys for Bob neste maravilhoso título, o que só torna a experiência de jogo ainda melhor e mais viciante.

Toda a ambientação dos cenários, os próprios cenários e ainda do modo invertido que encontramos neste título é de facto magnífica e muito bem feita, o que revela, como já disse, o grande trabalho e dedicação da Toys for Bob para dar aos jogadores um grande título, algo que não vemos à muito tempo, de maneira a que todos tenham uma excelente experiência a jogar este jogo. Desta forma, dou mais uma vez 10/10 valores a toda a ambientação deste magnífico título, o que mostra que esta é muito trabalhada e detalhada.

Qualidade gráfica — uma melhoria significativa e impressionante

Outro aspeto importante que vamos agora ver nesta análise é a qualidade gráfica do novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time. A qualidade gráfica da franquia tem evoluindo ao longo dos vários anos que esta já tem, tal como a qualidade gráfica de qualquer jogo. Tivemos alguns downgrades pelo meio desta enorme coleção, mas ao mesmo tempo tivemos incríveis jogos com incríveis gráficos, na altura, algo que só contribui para destacar o nome Crash Bandicoot no mundo dos videojogos.

Não acho que haja muito para falar quanto a esta questão na análise, apesar de ser bastante importante, a não ser que o jogo tenha problemas de renderização ou de loading de algumas partes de um título devido ao jogo ser muito pesado ou à plataforma onde este está a ser rodado não a aguentar.

Crash Bandicoot 4: It’s About Time é um jogo que, ao ser rodado na minha PlayStation 4, não revelou ou teve quaisquer problemas no que toca aos gráficos. O jogo apresenta uma excelente qualidade gráfica, algo esperado para um jogo lançado no fim da geração atual, não tendo quaisquer problemas de renderização ou de carregamento de cutscenes ou de partes de níveis, o que mostra que este, para além dos excelentes gráficos, está muito bem otimizado para a PlayStation 4, algo que só torna toda a experiência do mesmo ainda melhor.

A qualidade gráfica deste título mostra mais uma vez o enorme trabalho e dedicação da Toys for Bob, que se esmerou bastante neste e em todos os aspetos do título, entregando assim aos jogadores o título da franquia de Crash Bandicoot com a melhor qualidade gráfica de sempre e, a comparar com outros jogos de Crash Bandicoot lançados na geração atual, o novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time mostra uma melhoria significativa na qualidade gráfica, algo bastante bom nos tempos de hoje.

Desta forma, estou muito feliz por atribuir mais uma vez 10/10 valores a mais um parâmetro deste belíssimo jogo, neste caso à qualidade gráfica, que revelou o excelente esforço e trabalho da Toys for Bob, mostrando assim uma melhoria significativa e impressionante da qualidade gráfica deste título, em comparação com outros.

Jogabilidade — clássica e moderna

Todos estamos bastante familiarizados e habituados à famosa e clássica jogabilidade dos jogos de Crash Bandicoot e, como é óbvio, este título tem a mesma inteiramente presente durante toda a gameplay e, como este é atual, é óbvio que ao clássico tinha de se juntar o moderno e, apesar de isto ser mau ás vezes, neste fantástico jogo isso não o foi.

Quando falamos na jogabilidade clássica, estamos a falar dos tradicionais movimentos de Crash, como o rodopiar, o correr e o saltar, que, apesar de fantásticos e muito bem feitos ao longo de toda a franquia de Crash, foram agora melhorados, como é óbvio, de maneira a serem mais realistas e mais fluídos, algo que a Toys for Bob fez bastante bem e, acho que isto só torna toda a experiência deste novo título ainda melhor.

Agora indo para o moderno, iremos falar dos novos movimentos e animações que foram adicionadas à clássica jogabilidade de Crash e, como consequência, tornaram-na ainda melhor. As novas animações adicionadas ao título foram imensas, sendo estas a rasteira, correr pelas paredes, baloiçar em cordas, deslizar sobre objetos, como carris, e ainda as habilidades dadas a Crash pelas máscaras quânticas, já referidas acima.

Para além disto, temos ainda os novos movimentos adicionados ao jogo para podermos jogar com outras personagens sem ser o Crash. Se jogarmos com a Twana, esta pode ir rapidamente de um lugar para o outro através do seu gancho, saltar de parede em parede e  dar grandes socos. O Dr. Neo Cortex tem movimentos como usar a sua pistola de raios para alterar a física de um objeto e teleportar-se em curtas distâncias. O Dingodile tem o movimento de usar a sua arma de vácuo para sugar coisas e para voar entre curtas distâncias, assim como o movimento de rodopiar para eliminar os inimigos.

Falando ainda acerca dos níveis, estes estão simplesmente fantásticos, muito bem pensados e desenhados e simplesmente incríveis. Os inimigos estão também fantásticos, havendo uma enorme variedade dos mesmos e, muitas vezes, estes são precisos para avançar nos níveis.

Desta forma, considero a jogabilidade do novo Crash Bandicoot 4: It’s About Time simplesmente fantástica, muito dinâmica e fluída, o que faz com que toda a experiência do jogo seja excelente e a jogabilidade clássica e moderna, atribuindo-lhe 10/10 valores, mais uma vez.

Veredito — um retorno impressionante da trilogia principal

Desde miúdo que sou um grande fã dos jogos do nosso adorado Crash Bandicoot, provavelmente por ter jogado muitos deles na PlayStation 2 e na PlayStation Portable, e, apesar de não ter jogado nenhum dos três títulos da trilogia principal, e apesar disso sei a história da mesma, há muitos anos, não 22 claro, que espero por mais um incrível e sensacional jogo do Crash e, depois de uma longa espera, não fiquei nada desapontado nem desiludido.

Este jogo fez-me reviver a nostalgia de infância de jogar antigos títulos desta maravilhosa franquia e, adorei cada momento deste maravilhoso e bonito jogo, desde a excelente narrativa ás incríveis personagens, desde a clássica jogabilidade, agora mais moderna, até ao mais pequeno detalhe dos maravilhosos cenários que nos acompanham durante toda a aventura.

Antes de dar a minha pontuação final, quero agradecer à PlayStation Portugal pela oportunidade de puder jogar este jogo e, ao mesmo tempo, quero também pedir-lhe desculpa pelo atraso na escrita e publicação desta análise, devido a problemas pessoais. Também quero agradecer a toda a equipa da Toys for Bob por este magnifico jogo que superou as minhas expetativas e fez valer os seus 22 anos de espera.

Alguns podem dizer que exagerei nas várias pontuações que atribuí a cada tópico desta análise mas, todas elas foram dadas com base na minha experiência de jogo e com base na minha grande adoração pelos jogos do Crash e, apesar disto, tentei analisar este jogo como sendo um fã e, ao mesmo tempo, alguém que não conhece o Crash e que nunca jogou um jogo do mesmo.

Para terminar, decidi então atribuir 10/10 valores a este magnífico jogo que, após longos e longos anos à espera e sem pensar que algum dia chegaria até nós, não me desiludiu um único bocadinho e, para quem ainda não o jogou, digo já que não se vão arrepender de o comprar, porque é de facto um dos melhores jogos do Crash Bandicoot de todos os tempos e um retorno impressionante da trilogia principal.

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