A Apple vai disponibilizar uma ferramenta online para pedidos de informação das forças policiais

A Apple está a planear criar uma ferramenta online para que a polícia possa requerer formalmente informação sobre os seus utilizadores. Irá também criar uma equipa para treinar a polícia em relação a que tipa de informação pode ou não ser obtida.

Esta informação é avançada pela Reuters, que cita uma carta que cita uma carta enviada pela empresa a um senador americano democrata dos Estados Unidos da América. A carta é de 4 de Setembro.

A Apple não adicionou mais comentários à carta

A Apple referiu que pode e envia informação de utilizadores à polícia quando existem pedidos. Porém, afirma também que existem limites à informação que pode dar, na medida em que muita desta informação se encontra encriptada e nem a própria Apple lhe consegue aceder.

Resposta a 14.000 pedidos da polícia americana durante 2017

Segundo a mesma carta, a Apple afirma que respondeu a 14.000 pedidos da polícia americana no ano de 2017. Destes, 231 terão sido pedidos de “emergências domésticas”, que serão respondidas em menos do que 20 minutos, independentemente da hora do pedido.

A construção de uma ferramenta para pedidos policiais

Até agora, a Apple tem vindo a gerir estes pedidos das forças policiais através de email. Porém, até ao fim deste ano, a Apple irá disponibilizar uma ferramenta online para tornar o processo mais rápido e fácil para todas as partes. Assim, a polícia poderá fazer requerimentos formais e acompanhar a resposta em tempo real, de acordo com a mesma carta.

Já terão sido treinados cerca de 1.000 polícias para a utilização desta ferramenta. O treino aconteceu em pessoa, durante cursos oferecidos pela Apple nas suas instalações. Estes treinos serão estendidos, em formato online, a todas as forças policiais americanas que os queiram fazer.

Será uma ferramenta global

Porém, a carta parece sugerir que esta ferramenta não se destina apenas à polícia americana. A ideia é a ferramenta ser “global”, passando a ideia de que poderá ser estendida a outros países.

Fonte: Reuters

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