15 produtores de “cheats” para o PUBG presos e multados

 

Todos os jogadores de PlayerUnknown’s Battleground sabem perfeitamente que o jogo tem um problema com os hackers. À semelhança de outros jogos, existe um mercado inteiro dedicado a vender “hacks” que visam proporcionar certas vantagens ilícitas a quem dos mesmos usufruir.

A empresa por trás do jogo, a PUBG Corp., não poderia estar a levar este problema mais a sério e está a recorrer a medidas que alguns já classificaram de drásticas. Na China, foi confirmado que 15 pessoas foram formalmente presas pelas autoridades. A acusação refere que estas pessoas “desenvolveram e venderam programas de hacking/cheating que afectam o PUBG”. As multas passadas parecem ascender aos $5.1 milhões de dólares.

“O rumor de longa data que os programas de hacking/cheating extraem informação dos computadores dos utilizadores foram confirmadas,” afirmou a PUBG Corp. em anúncio oficial. “A utilização de programas ilegais não só prejudica a experiência dos outros, mas pode acabar por roubar informação pessoal do utilizador”.

A empresa prometeu que continuará a ser implacável contra os programas de hacking (e os seus criadores) até que os jogadores sejam “livres” para batalhar num “ambiente completamente justo”.

Os dados do BattleEye indicam um aumento nos casos de batota

De acordo com a BattleEye, o cheating no Battleground tem vindo a aumentar exponencialmente desde o final de 2017. A informação pública disponível indica que, em Janeiro de 2018, a PUBG Corp. viu-se forçada a banir mais do que 13% dos jogadores nos servidores! A BattlEye tem desenvolvido novas técnicas para detectar a utilização de software de hacking/cheating, e e a PUBG Corp. tem partilhado esta informação com as autoridades da China e de outros países.

A luta continuará a ser judicial

A PUBG Corp. não vai desarmar de lutar judicialmente contra os vendedores de programas de hacking. “Nós estamos continuamente a reunir informação de programadores de software hacker (e vendedores) e estamos a trabalhar extensivamente com múltiplos parceiros e autoridades judiciais para trazer estas pessoas à justiça”.

Fonte: Polygon

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